Deputados e senadores encerram trabalhos até 17 de julho e retomam sessões em agosto, com pautas prioritárias travadas por divergências políticas.
Proposta enfrenta resistência da bancada evangélica, que teme perseguição religiosa e debate submissão feminina à luz da Bíblia.
Propostas que incluem punições para misoginia e mudanças na escala de trabalho 6x1 avançam na Câmara dos Deputados