Conecte-se conosco

Política Nacional

Romeu Zema defende direito de Bolsonaro enviar cartas e critica ministro Moraes em campanha presidencial

Pré-candidato do Novo à Presidência rebate restrições judiciais e planeja intensificar campanha pelo Brasil para ampliar apoio eleitoral.

Romeu Zema defende direito de Bolsonaro enviar cartas e critica ministro Moraes em campanha presidencial

Romeu Zema defende direito de Bolsonaro enviar cartas e critica ministro Moraes em campanha presidencial

Pré-candidato do Novo à Presidência rebate restrições judiciais e planeja intensificar campanha pelo Brasil para ampliar apoio eleitoral.

O pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Romeu Zema, manifestou apoio ao direito do ex-presidente Jair Bolsonaro de se comunicar por meio de cartas durante sua prisão domiciliar e criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes, do STF. As declarações foram feitas em Guarulhos, São Paulo, durante encontro com pré-candidatos do partido, no dia 15 de julho de 2026.

Durante um evento realizado em Guarulhos, na Grande São Paulo, Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato do Novo à Presidência da República, defendeu o direito do ex-presidente Jair Bolsonaro de enviar cartas enquanto cumpre prisão domiciliar. Zema criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que restringiu as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai e proibiu o uso das redes sociais pelo ex-presidente, alegando desvio de finalidade no compartilhamento de uma carta durante uma transmissão ao vivo.

O pré-candidato classificou a medida como uma decisão jurídica que, segundo ele, deveria ser revista, sugerindo que Moraes se declare suspeito para julgar o caso. “Qualquer preso no Brasil tem o direito de receber e escrever correspondência”, afirmou Zema, ressaltando que o STF deveria focar em questões institucionais em vez de interferir na situação de detidos.

Em relação à pesquisa Genial/Quaest divulgada no mesmo dia, que aponta Zema com 2% das intenções de voto no primeiro turno e 35% em um eventual segundo turno contra o ex-presidente Lula, que lidera com 45%, o pré-candidato minimizou os números. Ele destacou que o eleitorado brasileiro costuma se engajar mais na reta final do processo eleitoral, especialmente durante os debates, e prometeu intensificar sua campanha nacionalmente para reduzir a diferença para os adversários da direita.

“Sou um candidato do setor privado, gerei um milhão de empregos em Minas Gerais e vou fazer muito mais”, declarou Zema, que pretende percorrer o país para ampliar sua base de apoio. Sem citar nomes, provocou o senador Flávio Bolsonaro ao afirmar que, ao contrário de outros concorrentes, ele tem “curtição e não só sobrenome”. Além disso, ressaltou sua experiência fora do ambiente político tradicional: “Conheço o Brasil. Não fiquei dentro de gabinete ganhando salário alto do jeito que os outros concorrentes fizeram.”

Contexto

A polêmica envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ministro Alexandre de Moraes ganhou novos desdobramentos em julho de 2026, quando Moraes restringiu as visitas do senador Flávio Bolsonaro ao pai durante a prisão domiciliar e proibiu o uso das redes sociais pelo ex-presidente. A decisão judicial motivou debates sobre o direito de presos se comunicarem por cartas e o papel do STF em questões políticas. Romeu Zema, que busca a Presidência da República pelo Novo, posicionou-se publicamente contra as limitações impostas, alinhando-se ao direito de Bolsonaro se manifestar e criticando a atuação do ministro. Paralelamente, Zema enfrenta desafios para ampliar sua visibilidade nacional, conforme indicam pesquisas eleitorais recentes.

Copyright © 2026 Política Brasil. Site independente e sem fins lucrativos. Pela Informação, pelo Brasil!